Ler é compatilhar sentidos, pois quem escreve não diz tudo, precisa da ação cooperativa de quem lê. O sentido do texto é construído na leitura do texto, onde todo texto é um hipertexto.
Segundo Arlindo Machado, “tecnicamente, um hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos ou partes de gráficos, sequências sonoras, documentos complexos que podem ser eles mesmos hipertextos.”
Lembrando que não podemos ler o texto apenas pelo significado das palavras, é necessário que façamos sentido a essas palavras. Pois significado difere de sentido, o significado por si só não dá sentido ao texto, é necessário que tenhamos um conhecimento de mundo e poder enxergar nas entrelinhas o seu real significado em função do texto, e consequentemente tornarmos um leitor modelo. Ainda em suas palavras, Arlindo Machado diz, (...)”Dar sentido a um texto é o mesmo que ligá-lo, conectá-lo a outros textos.(...)é o mesmo que construir um hipertexto.”
A utilização da internet como ferramenta na produção de textos, é essencial, ou seja, ser alfabetizados hoje em dia é estar ligados de certa forma a estas possibilidades tecnológicas. Esta rede de informações nos permite criar inúmeros textos com inúmeros links, e em cada link estamos interligando nossos leitores a novos hipertextos e assim sucessivamente.Visto que, todo leitor é produtor, e em toda escrita/leitura não há sentido fazer a distinção entre ambas, pois elas se interagem.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
INTERNET NA EDUCAÇÃO
A utilização da internet na educação amplia o campo da busca pelo conhecimento, informação e praticidade. Tamanha tecnologia, de fácil acesso, cria ainda em algumas instituições, tabus entre seus educadores. Alguns por não saberem utilizarem esta ferramenta como suporte educacional, outros acharem que a sua utilização acarreta um comodismo entre seus alunos. Evidenciar a importância da internet na educação como suporte, é uma ferramenta educacional de grande valia. Não só pela praticidade, mas pela facilidade que nos proporciona para ampliar os estudos na procura de ilustrações, pesquisas, testes, interação entre o mundo e a escola, concursos, competições e ainda mais, a conquistas de amizades com o propósito de estudo e a troca de ideias entre as disciplinas.
O uso da internet, de maneira geral, faz estimular também os educadores na procura constante pelo conhecimento, com o propósito de ampliar seus estudos e levar para dentro da sala de aula, não só o “velho” livro didático, mas inovações para o conteúdo a ser estudado. Cria ainda uma espectativa por parte dos alunos, da busca constante também.
Pontos negativos vale serem ressaltados, uma vez que a má utilização da internet pode acarretar o comodismo, uma grande preocupação por parte dos educadores. Cabe a nós educadores, direcionar nossos alunos a uma pesquisa por meio de um roteiro com questionamentos não só tirados pela internet, mas que estimulem a produção textual por parte dos alunos, com intuito de que o próprio aluno possa argumentar e relatar com clareza o conteúdo em estudo. Mas, a escola não poderá estar sozinha nesta busca inovadora do conhecimento. A família é primordial, mantendo-se atenta aos horários e sites que estão sendo pesquisados pelos seus filhos. Crianças e adolescentes, ainda não tem a maturidade de acessarem o que bem querem, é necessário a presença de um adulto para direcionar o que se pede por parte dos educadores, e além de tudo, esclarecer para seus filhos que a internet é aberta para o mundo virtual, e nela podemos encontrar o que quisermos, para isso cabe a família e a escolar deixar preestabelicido o que se pretende alcançar com tais consultas virtuais.
Portanto, a internet tem seus pontos positivos e negativos. Cabe a nós, enquanto família e escola, educar nossos filhos/alunos para tal utilização.
O uso da internet, de maneira geral, faz estimular também os educadores na procura constante pelo conhecimento, com o propósito de ampliar seus estudos e levar para dentro da sala de aula, não só o “velho” livro didático, mas inovações para o conteúdo a ser estudado. Cria ainda uma espectativa por parte dos alunos, da busca constante também.
Pontos negativos vale serem ressaltados, uma vez que a má utilização da internet pode acarretar o comodismo, uma grande preocupação por parte dos educadores. Cabe a nós educadores, direcionar nossos alunos a uma pesquisa por meio de um roteiro com questionamentos não só tirados pela internet, mas que estimulem a produção textual por parte dos alunos, com intuito de que o próprio aluno possa argumentar e relatar com clareza o conteúdo em estudo. Mas, a escola não poderá estar sozinha nesta busca inovadora do conhecimento. A família é primordial, mantendo-se atenta aos horários e sites que estão sendo pesquisados pelos seus filhos. Crianças e adolescentes, ainda não tem a maturidade de acessarem o que bem querem, é necessário a presença de um adulto para direcionar o que se pede por parte dos educadores, e além de tudo, esclarecer para seus filhos que a internet é aberta para o mundo virtual, e nela podemos encontrar o que quisermos, para isso cabe a família e a escolar deixar preestabelicido o que se pretende alcançar com tais consultas virtuais.
Portanto, a internet tem seus pontos positivos e negativos. Cabe a nós, enquanto família e escola, educar nossos filhos/alunos para tal utilização.
sábado, 18 de abril de 2009
A APLICABILIDADE DE SOFTWARES EDUCACIONAIS

Educar é fazer possível a criação de métodos que facilitam a conexão entre o ensino e a aprendizagem.Com isso, o computador tem uma função importante em todo este processo, o de ser facilitador. É por meio desta ferramenta que criamos um vínculo com toda a tecnologia no meio educacional.A utilização dos softwares educacionais (SE) nos permite trabalhar todas as disciplinas de forma isolada ou interligadas em vários tipos, tais como: jogos, produção textual, pesquisas, emails, simuladores de questões para estudo,conteúdos multimídias que auxiliam por meio de figuras o conteúdo estudado em sala, etc.Além de ser facilitador, os softwares, despertam o interesse do aluno nos estudos, mas não podemos nos esquecer que nós educadores somos responsáveis por toda a metodologia, e fazer com que nossos alunos compreendam que esta ferramenta irá contribuir para sua educação de forma consciente e produtiva. Há vários tipos de softwares:
Tutorial: software no qual a informação é organizada de acordo com uma seqüência pedagógica particular.
Exercícios e Práticas: software que utiliza perguntas e respostas, normalmente utilizadas para revisar material já estudado.
Programação: softwares onde o aluno programa o computador.
Aplicativos: incluem processadores de texto, planilhas eletrônicas, etc.
Multimídia e Internet: misturam som, imagem e texto
Simulação: simulam situações reais.
Jogos: originalmente programado para entreter, possui grande valor pedagógico.
Ferramentas para resolução de problemas: o aprendiz deve produzir qual problema quer solucionar.
Exercícios e Práticas: software que utiliza perguntas e respostas, normalmente utilizadas para revisar material já estudado.
Programação: softwares onde o aluno programa o computador.
Aplicativos: incluem processadores de texto, planilhas eletrônicas, etc.
Multimídia e Internet: misturam som, imagem e texto
Simulação: simulam situações reais.
Jogos: originalmente programado para entreter, possui grande valor pedagógico.
Ferramentas para resolução de problemas: o aprendiz deve produzir qual problema quer solucionar.
Devemos lembrar que os softwares tem a finalidade de ser adequado ao que se está estudando, caso contrário não ocorrerá nem o aprendizado e muito menos a ligação entre conteúdo e a prática. Um dos exemplos acima citados sobre os tipos de softwares é o multimídia e jogos, que contagiam o aprendiz por meio da imagem, som, e simulam situações reais, mais uma vez ressalto que esta tecnologia aplicada tem que ser permeada pela utilização responsável do educador.Claro que alguns softwares não criam nenhum estímulo, uma vez que para se ulitizar de maneira a ocorrer o ensino e a aprendizagem é necessário que o software esteja adaptado a faixa etária de idade, que o aprendiz tenha um conhecimento prévio a ser estudado no software e que o educador tenha já feito a atividade e diagnósticado as possíveis dúvidas e indagações de seus alunos, para que durante as aulas o educador possa conduzir de forma segura e atingir com êxito todo seu objetivo do conteúdo estudado.
domingo, 5 de abril de 2009
DESAFIOS E FORMAS DE USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Atualmente podemos dizer que o grande desafio na área educacional é fazer com que a ferramenta computador seja um aliado ao ensino, seja qual for o seu nível. Temos vários pontos de vistas desde os que o defendem até aqueles que o consideram como um estímulo ao abuso, desconcentração, estímulo à preguiça e tantas outras argumentações ao seu uso. Começo então a perguntar: O computador pode ser um aliado à educação? Esta pergunta mesmo coloca em pauta estes pontos de vistas acima citados e também argumentações que são favoráveis à sua utilização, tais como: auxilia na didática, estimula o raciocínio lógico por meio dos jogos, interage com outras culturas, estimula a criatividade, etc.
Buscar na ferramenta computador ser um aliado à educação é realmente um desafio, pois as pessoas que devem conduzir a sua utilização com os alunos, o educador, são na maioria considerados “analfabetos digitais”, não que seja culpa deles, mas do sistema de ensino que não disponabiliza cursos para seu aperfeiçoamento. O computador agiliza no processo ensino e aprendizagem sendo uma ferramenta que estimula os alunos aprender pela informática ( imagens em movimentos, troca de ideias via e-mail, produções textuais com figuras animadas, jogos, campeonatos, pesquisas, etc.), mas todas estas didáticas e tantas outras seria necessário o conhecimento maior dos educadores, para conseguirem administrar suas aulas com mais confiança.
Segundo, Sérgio Augusto Freire de Souza em seu texto Educação e Informática, no qual diz, “(...) alguns professores têm medo da chegada do computador. Na verdade, cremos que tal medo é um medo de olhar para dentro, de sacudir a poeira de viver o dinamismo que a profissão requer. (...)É preciso refletir sobre nossas práticas.”
Tanto o desenvolvimento das habilidades quanto o cognitivo, estimula as várias inteligências existentes, somente cabe a nós interagir. Para isso precisamos investir nos jovens na escola, em casa, mesmo porque em casa não devemos esquecer que a presença de um adulto durante o acesso do jovem no computador é primordial. Nota-se que muitas pessoas acham que deixar seus filhos livres no acesso ao computador estão salvos, pois não estão nas ruas, pelo contrário ali a sua frente está o mundo, só que virtualmente. Ressalto que todo acesso deve e deverá ser supervisionado, a educação que ele aprende na escola com a utilização da ferramenta computador deve ser estendida à toda supervisão familiar.
Portanto creio que o computador é um grande aliado à educação, desde que sua utilização esteja embasada num planejamento pedagógico na escola e no âmbito familiar tenha o auxílio de um adulto para que de maneira correta possa esclarecer que todo acesso tem as suas restrições quanto ao que vai encontrar pela frente e destacar que o computador tem como finalidade: a agilidade, criatividade, interação e pesquisas.
Buscar na ferramenta computador ser um aliado à educação é realmente um desafio, pois as pessoas que devem conduzir a sua utilização com os alunos, o educador, são na maioria considerados “analfabetos digitais”, não que seja culpa deles, mas do sistema de ensino que não disponabiliza cursos para seu aperfeiçoamento. O computador agiliza no processo ensino e aprendizagem sendo uma ferramenta que estimula os alunos aprender pela informática ( imagens em movimentos, troca de ideias via e-mail, produções textuais com figuras animadas, jogos, campeonatos, pesquisas, etc.), mas todas estas didáticas e tantas outras seria necessário o conhecimento maior dos educadores, para conseguirem administrar suas aulas com mais confiança.
Segundo, Sérgio Augusto Freire de Souza em seu texto Educação e Informática, no qual diz, “(...) alguns professores têm medo da chegada do computador. Na verdade, cremos que tal medo é um medo de olhar para dentro, de sacudir a poeira de viver o dinamismo que a profissão requer. (...)É preciso refletir sobre nossas práticas.”
Tanto o desenvolvimento das habilidades quanto o cognitivo, estimula as várias inteligências existentes, somente cabe a nós interagir. Para isso precisamos investir nos jovens na escola, em casa, mesmo porque em casa não devemos esquecer que a presença de um adulto durante o acesso do jovem no computador é primordial. Nota-se que muitas pessoas acham que deixar seus filhos livres no acesso ao computador estão salvos, pois não estão nas ruas, pelo contrário ali a sua frente está o mundo, só que virtualmente. Ressalto que todo acesso deve e deverá ser supervisionado, a educação que ele aprende na escola com a utilização da ferramenta computador deve ser estendida à toda supervisão familiar.
Portanto creio que o computador é um grande aliado à educação, desde que sua utilização esteja embasada num planejamento pedagógico na escola e no âmbito familiar tenha o auxílio de um adulto para que de maneira correta possa esclarecer que todo acesso tem as suas restrições quanto ao que vai encontrar pela frente e destacar que o computador tem como finalidade: a agilidade, criatividade, interação e pesquisas.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
NOVAS TECNOLOGIAS, NOVAS FORMAS DE PENSAR
Quando você terminar de ler esta postagem, milhões de novas informações foram lançadas na internet, jornais, livros, revistas, etc. Sabemos que em nosso cotidiano a tecnologia tomou conta de nossa vida e ressalto que não podemos deixar que ela nos policie, mas que faça parte de nossa vida como auxílio ao nosso bem-estar e ser utilizada como uma ferramenta nos meios educacionais e profissionais.
Toda esta tecnologia é cronologicamente avançada de acordo com o desenvolvimento do raciocínio humano, que emprega em suas pesquisas sempre as suas descobertas.Visto que todas novas tecnologias nos induz a uma nova forma do pensar, pois baseamos no novo para crecermos intelectualmente o que nos favorece em todos os campos, tanto profissionais quanto social.
Toda esta tecnologia é cronologicamente avançada de acordo com o desenvolvimento do raciocínio humano, que emprega em suas pesquisas sempre as suas descobertas.Visto que todas novas tecnologias nos induz a uma nova forma do pensar, pois baseamos no novo para crecermos intelectualmente o que nos favorece em todos os campos, tanto profissionais quanto social.
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